Relatos reais de Elis sobre a rotina com transtorno bipolar. Como estudante de psicologia, compartilho enfrentamentos, o uso de medicação, a importância da terapia e o que realmente ajuda na saúde mental. Aqui a vida acontece como ela é, narrada por quem sente e estuda a mente humana. Um espaço para trocar experiências, falar sobre fé, autocuidado e aprender juntos que ninguém precisa estar sozinho. Venha conversar, se identificar e encontrar esperança e acolhimento em nossa jornada.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Recebes aquilo que doa
"Cada um recebe de acordo com o que dá. Se você der ódios e indiferenças,há de recebê-los de volta.Mas se der atenção e carinho,há de ver-se cercado de afeto e amor."
domingo, 26 de fevereiro de 2012
SIMPATIA PARA TIRAR A BARRIGA
Modem ou outro dispositivo de conexão reportando erro 651
2)Reinicie a Máquina
3)Crie uma Nova Conexão Banda Larga PPPOE
4)Desative e Ative a Placa de Rede
5)Abra o Prompt de Comando do MS-DOS e digite:
ipconfig/release ipconfig/renew ipconfig/flushdns netsh winsock reset sábado, 25 de fevereiro de 2012
Teria gostado tanto...
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
ESTADO
Quando estou bem, escrevo
Quando estou bem, caminho
Quando não estou, padeço
Odeio chatice. Às vezes sou chata.
Às vezes me odeio. Logo, logo passa.
(Estado - Sirlea Vieira)
Escrever: A Viagem Infinita entre o Real e o Imaginário
Escrever: Uma Viagem Gratuita para o Infinito
Dias atrás, alguém me perguntou em uma postagem se tudo o que escrevo aqui é exatamente o que vivo. Confesso que nem sempre a caneta (ou o teclado) transcreve apenas o agora. Muitas vezes, me inspiro em histórias passadas — facultadas ou não pela memória —, em músicas que tocam a alma, em pessoas que admiro profundamente ou, às vezes, escrevo apenas pelo prazer de deixar as palavras fluírem. Nem tudo é fato concreto.
Mas é certo que, em muitos momentos, minha vida chega a ser transcrita e muito bem transcrita (risos). Existem dores e alegrias que não cabem só no peito e precisam transbordar para o papel. A verdade é que sou uma pessoa comum, cheia de ideias, sentimentos e contradições. Mas, diferente do que muitos podem pensar, sou consciente e mantenho os pés bem firmes no chão.
Escrever é algo maravilhoso; é uma viagem gratuita para o infinito, um mergulho que transita entre o mundo real e o da imaginação. Somente aquele que escreve entende o que é viajar sem sair do lugar, transformando silêncio em voz e caos em arte. É a minha forma de dar sentido ao que sinto e de abraçar quem me lê.
O que a ciência diz sobre a Escrita Terapêutica
O processo de escrita é validado pela psicologia como Escrita Expressiva ou Terapêutica. Estudos pioneiros do psicólogo James Pennebaker demonstram que o ato de colocar sentimentos e pensamentos no papel ajuda a organizar a narrativa interna, reduzindo a carga emocional negativa.
Ao escrever, ativamos o córtex pré-frontal, o que ajuda na regulação das emoções processadas pela amígdala. No contexto do transtorno bipolar, a escrita funciona como um diário de monitoramento, onde o indivíduo pode observar seus padrões de humor e dar vazão à criatividade, o que é um fator de proteção importante para a saúde mental e estabilização afetiva.
Bibliografia de Apoio:
PENNEBAKER, J. W. Writing to Heal: A Guided Journal for Recovering from Trauma and Emotional Upheaval. New Harbinger Publications, 2004.
ROGERS, N. A Conexão Criativa: Expressiva como Terapia. Gerando, 2002.
Um convite para você
E você, já experimentou tirar o que está no coração e colocar no papel? Não precisa ser perfeito, não precisa ser técnico — só precisa ser seu. Escrever pode ser o primeiro passo para você entender a sua própria história. Conte para mim nos comentários: o que você usa como "válvula de escape" para os seus sentimentos?
Relato original atualizado por: Elis Jurado
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Tantas histórias
Ainda escrevo a nossa história, vai se preparando (gargalhadas). Vai ser a história mais linda e mais engraçada do mundo e a mais comovente, a história que mostrará que é possível uma grande e eterna amizade mesmo com as barreiras, distancias, tapas e pontapés, kkk e mais, mais. (gargalhadas). Amodoro você (♥)² Bom saber que não estou só
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
E sempre eu vou dizendo sem que tu saibas,
Grande sempre...
Canta Rocio, canta senhora Jurado, canta e encanta meus ouvidos. Canta Rocio.
Rocio Jurado - Sin tu saberlo
Te amo do tamanho do oceano
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Não faz falta!
"Admito que doeu, que me sufocou. Admito que eu não sabia pra onde correr. Admito que me consumiu, que me corroeu, que me despedaçou. Mas também admito me fez olhar pra frente e entender que tudo nessa vida tem uma razão, e que se você se machuca muito, começa a não doer mais tanto."
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Rodeada de pessoas...
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Sem comentários...
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Amigos???? Nunca fui de tê-los
Nunca fui de tê-los, creio que o problema possa estar em mim.
Certamente porque amigos de baladas somente eu nunca quis.
Sempre acreditei na perceverança dos sentimentos verdadeiros, como uma amizade sincera. Então, de que adiantaria ter amigos apenas enquanto estivesse bem, com dinheiro no bolso, com sorriso nos lábios?
Talvez por não viver me lembrando do quanto gosto de alguém ou pelo fato de não estercar muito bem minhas amizades.
Sou de gostar e pronto!
Não! Não pensem que acho isso certo, mas sou do jeito que sou. Além do mais, ninguém é perfeito e a vida é assim. Também não pensem que aceito isso. Claro que tento mudar, melhorar meu modo de ser. Tento ter mais contato, tento mandar e-mail, um telefonema de vez em quando… Estou aprendendo e melhorando, mas não é do dia para a noite que se muda algo impregnado há anos…
Talvez nunca tenha sido de muitos amigos por ser realmente reservada.
Minhas coisas, quanto aos sentimentos, sempre foram muito minhas, guardadas a sete chaves, no profundo de minha alma quase que inatingível.
As pessoas confiam em mim, contam seus mais protegidos segredos, mas eu nunca fui disso. Sou muito falante, é certo, mas não no tocante a meus sentimentos. Abrir-me é tarefa das mais difíceis. Nunca tive satisfação pelo contar, somente pelo saber. Contar não. Talvez por isso a credibilidade e confiança que têm em mim… Mas eu não sou de me abrir, não mesmo.
Bom, a verdade é que nunca fui mesmo de muitos amigos. Sou bem vista por muitas pessoas, sou simpática, extrovertida, sem frescuras, super alegre, sei estar em todos os lugares e com todo tipo de pessoas…
Tudo bem… Eu sei… Mas amigos…
Será que os tive algum dia? Acho que não!
E o pior é que continuo achando que nunca terei.
Muitos dos meus supostos amigos dizem: “Isso é coisa de sua cabeça, claro que você tem amigos. Eu, por exemplo.”
Realmente, é possível que seja coisa da minha cabeça. Mas pode ser que sim e pode ser que não.
A verdade é que nunca um tema me remeteu tanto à frase “Só sei que nada sei”, de Sócrates, quanto a amizade. Se me perguntarem se tenho amigos, apenas direi: não sei. Entretanto, sei muito bem as pessoas que considero como amigas, as pessoas pelas quais tenho amizade, as que quero muito bem. Haja o que houver sempre estarei ao lado delas quando precisarem ou não, porque sou para sempre, para todas as horas, boas e ruins. Isso eu sei.
Mas se tenho amigos, sinceramente não sei e talvez nunca saiba…
Ah! esse “talvez”. Desde que ouvi o Veríssimo dizer que “pior que a convicção do não é a incerteza de um talvez”, prometi que não viveria mais a pensar sobre esse talvez.
Mas como livrar-me dele? A incerteza faz parte da vida. Afinal, como saber de tudo? Como ter todas as respostas? Simplesmente não sou dona de todas as coisas, nem tenho resposta para todas as minhas dúvidas.
Então, para não enlouquecer com elas, o melhor é seguir em frente, continuar caminhando. Assim, algumas dúvidas desaparecem, outras não, mais dúvidas surgem... Desta forma é a vida.
Assim, se tenho amigos, não sei, e acho que nunca saberei. De qualquer forma, continuarei fazendo o melhor que posso pelos que quero bem. Quem sabe muitos sejam meus amigos e eu nem saiba.
É… Quem sabe…
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Muitas vezes é preciso mudar...
Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar.
Às vezes é preciso respirar fundo e esperar que o tempo nos indique o momento certo para falar e então alinhar as idéias usar a cabeça e esquecer o coração, dizer tudo o que se tem para dizer, não ter medo de dizer não, não esquecer nenhuma ideia, nenhum pormenor, deixar tudo bem claro em cima da mesa para que não restem dúvidas e não duvidar nunca daquilo que estamos a dizer. E mesmo que a voz trema por dentro, há que fazê-la sair firme e serena, e mesmo que se ouça o coração bater desordenadamente fora do peito é preciso domá-lo, acalmá-lo, ordenar-lhe que bata mais devagar e faça menos alarido, e esperar, esperar que ele obedeça, que se esqueça, apagar-lhe a memória, o desejo, a saudade, a vontade.
Às vezes é preciso partir antes do tempo, dizer aquilo que se teme dizer, arrumar a casa e a cabeça, limpar a alma e prepará-la para um futuro incerto, acreditar que esse futuro é bom e afinal já está perto, apertar as mãos uma contra a outra e rezar a um deus qualquer que nos dê força e serenidade. Pensar que o tempo está a nosso favor, que o destino e as circunstâncias de encarregarão de atenuar a nossa dor e de a transformar numa recordação ténue e fechada num passado sem retorno que teve o seu tempo e a sua época e que um dia também teve o seu fim.
Às vezes mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar. No ar ficará para sempre a dúvida se fizemos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito, somos outra vez donos da nossa vida e tudo é outra vez mais fácil, mais simples, mais leve, melhor.
Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo abaixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último combóio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo borda fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo.
Às vezes é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar sem participar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio e paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir. E partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar.
Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então esquecer.
Margarida Rebelo Pinto
domingo, 5 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Sobrevivendo à Intoxicação por Lítio: Meu Relato na UTI e o Transtorno Bipolar
Quando eu cheguei ao hospital: intoxicação por lítio, UTI e o silêncio emocional Cheguei ao hospital acompanhada da minha mãe e da minh...
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🌸 Um desafio para quem me lê em silêncio Depois de ler um artigo que mexeu comigo, decidi propor um desafio para você que está aqui a...
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Vamos lá, tenho um tema aqui, vamos pensar um pouquinho, vamos brincar, conversar, esclarecer e crecer.... Por favor, comentemmmmmmmmmmmmmmm...
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Às vezes dá vontade de voltar no tempo e reviver todos os momentos bons pela qual já passamos, não é mesmo? Quem é que não quer reviver a...




















