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Depois de Deus, esse é o único amor que realmente existe.
Um amor que não se mede, não acaba, não diminui… só cresce.
Mãe e filha.
Coração com coração.
Vida que nasce dentro da outra e continua batendo fora.
A história desse amor
Hoje olhei uma foto minha com minha filha ainda bebê — aquele olhar de pureza, aquele jeito pequeno, aquela dependência tão inteira… e me deu um aperto doce no peito.
É impressionante como esse amor muda a gente.
Como ele reorganiza prioridades, vira o mundo do avesso e, mesmo assim, faz tudo fazer sentido.
Ser mãe foi o maior divisor de águas da minha vida.
É difícil, é cansativo, é desafiador — mas é real, é profundo, é eterno.
E ver minha filha crescendo, vivendo, vencendo, me ensina todos os dias a ser uma versão mais forte de mim.
A reflexão que ficou
O amor entre mãe e filha é diferente de tudo.
É proteção, é oração, é cuidado, é medo, é entrega.
É uma mistura de força e fragilidade que só quem vive entende.
E às vezes, no meio do caos do dia a dia, a gente esquece de olhar para essa conexão com calma…
Mas quando vê uma foto, um gesto, um sorriso — tudo volta.
Tudo floresce de novo dentro da gente.
A pergunta que ficou em mim foi:
como pode caber tanto amor dentro de um peito só?
O que esse amor me lembra todos os dias
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Que ser mãe é amar até doer — e mesmo assim continuar amando.
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Que Deus nos entrega filhos como missões sagradas.
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Que é possível ser forte e sensível ao mesmo tempo.
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Que a vida só ganha sentido de verdade quando a gente olha para eles.
Conclusão
Estou escrevendo olhando para aquela foto nossa, tão antiga e tão viva ao mesmo tempo.
E penso: “Deus, obrigada. Obrigada por esse amor que me sustenta, me forma, me cura.”
Mãe e filha…
Um amor que não se explica.
Só se sente — e se sente para sempre.