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segunda-feira, 13 de novembro de 2023

Quando tudo parece desmoronar… olhe para o céu


Quando tudo parece desmoronar… olhe para o céu

Quando algo começa a cair aos pedaços na nossa vida, o coração aperta, a mente corre, a ansiedade sobe… e a gente sente como se estivesse perdendo o chão.

Mas hoje, olhando esse céu no final da tarde, lembrei de uma coisa tão simples e tão profunda:

“Quando algo está caindo aos pedaços em sua vida, confie no Senhor e faça o bem.”

E é isso. Às vezes não dá para segurar tudo. Às vezes não dá para entender nada. Mas sempre dá para confiar.

O céu muda a cada minuto, e mesmo assim continua lindo — com nuvens, com cores, com luz ou com sombra. E eu sinto que a nossa vida é assim também: viva, mutável, cheia de fases que a gente não controla… mas guiada por Deus o tempo inteiro.

Fotografar esse fim de tarde me deu uma felicidade serena, daquele tipo que acalma por dentro. É como se o céu dissesse pra mim:

“Filha, respira. Eu continuo aqui. Nada está realmente perdido.”

✨ Lembre-se

  • Se algo na sua vida parece desmoronar, não se desespere.
  • Confie em Deus e mantenha a esperança viva.
  • Continue fazendo o bem, mesmo quando o mundo parecer escuro.
  • A luz sempre volta — e às vezes ela aparece primeiro no céu.

Que esta reflexão traga serenidade e um pouco de conforto no seu dia.

sábado, 30 de setembro de 2023

Ser ansiosa é viver tudo no volume máximo

Sou ansiosa.

E não é segredo nenhum — dá pra perceber no meu jeito, no meu olhar, no meu ritmo.

A história por trás desse jeito acelerado

Eu observo tudo.
Cada detalhe, cada mudança de tom, cada gesto que as pessoas nem percebem que fazem.

Não consigo deixar nada para depois.
Se algo acontece, minha cabeça já dispara:
“Vamos resolver. Agora.”
É quase instintivo, como se meu coração tivesse medo de acumular qualquer coisa… até pensamentos.

E a verdade é que isso me cansa, mas também me move.

Estive recentemente em um hotel fazenda, em Serra Negra.
Um lugar calmo, quieto, cheio de verdes e silêncio.
E enquanto eu tentava desacelerar, percebi que minha mente continuava correndo.
Enquanto tudo ao redor convidava a respirar… eu ainda tentava resolver coisas que nem tinham acontecido.

A reflexão que isso traz

Ser ansiosa não é só “ser agitada”.
É sentir tudo antes, durante e depois.
É viver com a cabeça sempre dois passos à frente, mesmo quando o corpo só queria estar aqui.

E percebi que muitas pessoas vivem assim — carregando urgências que ninguém vê, lutando contra medos que ninguém entende, tentando controlar o que nem existe ainda.

Às vezes, a pergunta mais honesta é:
como desacelerar um coração que nunca aprendeu a andar devagar?

O que tem me ajudado (aos poucos…)

  • Respirar antes de reagir.

  • Lembrar que nem tudo é urgente — mesmo que pareça.

  • Me permitir pausar, mesmo que a pausa dure só alguns minutos.

  • Observar a beleza de lugares tranquilos, como aquele hotel fazenda… e tentar deixar essa paz entrar.

Conclusão

Se você também sente essa ânsia constante de resolver o mundo, eu te entendo.
E só quero te lembrar: a gente também merece sossego.
Mesmo que seja difícil.
Mesmo que seja raro.

E você… se identifica?

Hotel Fazenda Molise - Serra Negra


quinta-feira, 28 de setembro de 2023

Depois de Deus, existe um amor que nunca falha


 💓💓💓💓💓💓💓💓

Depois de Deus, esse é o único amor que realmente existe.

Um amor que não se mede, não acaba, não diminui… só cresce.
Mãe e filha.
Coração com coração.
Vida que nasce dentro da outra e continua batendo fora.

A história desse amor

Hoje olhei uma foto minha com minha filha ainda bebê — aquele olhar de pureza, aquele jeito pequeno, aquela dependência tão inteira… e me deu um aperto doce no peito.

É impressionante como esse amor muda a gente.
Como ele reorganiza prioridades, vira o mundo do avesso e, mesmo assim, faz tudo fazer sentido.

Ser mãe foi o maior divisor de águas da minha vida.
É difícil, é cansativo, é desafiador — mas é real, é profundo, é eterno.
E ver minha filha crescendo, vivendo, vencendo, me ensina todos os dias a ser uma versão mais forte de mim.

A reflexão que ficou

O amor entre mãe e filha é diferente de tudo.
É proteção, é oração, é cuidado, é medo, é entrega.
É uma mistura de força e fragilidade que só quem vive entende.

E às vezes, no meio do caos do dia a dia, a gente esquece de olhar para essa conexão com calma…
Mas quando vê uma foto, um gesto, um sorriso — tudo volta.
Tudo floresce de novo dentro da gente.

A pergunta que ficou em mim foi:
como pode caber tanto amor dentro de um peito só?

O que esse amor me lembra todos os dias

  • Que ser mãe é amar até doer — e mesmo assim continuar amando.

  • Que Deus nos entrega filhos como missões sagradas.

  • Que é possível ser forte e sensível ao mesmo tempo.

  • Que a vida só ganha sentido de verdade quando a gente olha para eles.

Conclusão

Estou escrevendo olhando para aquela foto nossa, tão antiga e tão viva ao mesmo tempo.
E penso: “Deus, obrigada. Obrigada por esse amor que me sustenta, me forma, me cura.”

Mãe e filha…
Um amor que não se explica.
Só se sente — e se sente para sempre.


sábado, 16 de setembro de 2023

O amor… será que eu realmente soube o que era?


Rosa vermelha, símbolo do amor.

E eu olho para ela e lembro de tudo que já senti… tudo que achei que era amor.

Quanto amor eu senti por você.
Quanto amor…
E, mesmo assim, às vezes nem consigo descrever o que era aquilo.
Era amor? Era paixão? Era falta? Era desejo de ser vista? Era carência?
Até hoje eu não sei.

Crescemos acreditando que amor é eterno, que dura para sempre, que atravessa o tempo como se nada pudesse destruí-lo.
Mas será que o eterno existe?
Ou o eterno só acontece no amor de mãe pelos filhos…
No amor de Deus por nós…
Nesses amores que não dependem de reciprocidade para continuar existindo?

Minha verdade

O amor que eu sentia na adolescência era barulhento, impulsivo, dramático.
O amor que eu penso sentir hoje é outro: mais silencioso, mais cauteloso, mais desconfiado até.
E, às vezes, me pergunto se, no meio de tanta confusão, eu realmente amei alguém de verdade…
ou se só amei a ideia de ser amada.

É difícil admitir isso, mas faz parte do meu processo de me entender.

O que isso tem me ensinado

Talvez o problema não seja o amor…
Talvez seja o que a vida fez com ele dentro de mim.

A gente amadurece, cria cicatrizes, ergue muralhas, e o amor vai ficando diferente — não menor, não fraco… apenas mais cuidadoso.

E se você que está lendo isso já se perguntou se aquilo que viveu foi amor ou só ilusão, deixa eu te dizer uma coisa com carinho:
o amor que vale a pena não confunde, não te diminui, não te faz se perder de si.
O amor certo chega com paz, não com dúvida.

Conclusão

Hoje, com a rosa na mão, percebo que talvez eu ainda esteja aprendendo o que amor significa para mim.
E tudo bem.
Alguns sentimentos não precisam de respostas imediatas.
Eles só precisam ser vividos com verdade.


terça-feira, 12 de setembro de 2023

Jesus, cuida dos meus caminhos e do meu coração

Hoje, olhando essa foto que tirei em Serra Negra, senti algo tão forte dentro de mim… uma mistura de paz, saudade e pedido.

E veio essa oração, tão simples e tão necessária:

“Jesus, retire da minha vida cada pessoa que não é boa para mim.
E mesmo que eu fique solitária por um tempo, coloque pessoas corretas, piedosas, leais… pessoas com quem eu possa contar e confiar. Amém.”

Tenho aprendido — às vezes do jeito mais dolorido — que o silêncio de Deus é mais protetor do que muita companhia.
E que, em alguns momentos, Ele precisa afastar para depois preencher.
Precisa limpar para depois reconstruir.
Precisa silenciar para depois fortalecer.

E enquanto esse processo acontece, eu me refugio no que me acalma: fotografar.
Fotografar sempre foi uma terapia para mim.
É como se eu parasse o mundo por alguns segundos e deixasse a alma respirar.

Essa foto em Serra Negra, 2023, me lembra exatamente isso:
que mesmo nos meus dias de cansaço, ansiedade ou medo, eu ainda encontro beleza.
Eu ainda encontro cor.
Eu ainda encontro vida.

E vamos nos lembrar sempre:
Seja qual for seu deserto agora, peça a Deus para tirar o que pesa e trazer o que soma.
Peça coragem para aceitar o que vai embora e sabedoria para abraçar o que chega.
E, se puder, encontre uma pequena terapia só sua — algo que devolva o ar ao seu peito, mesmo que por minutos.

No fim, a vida não é só sobre quem fica ou quem vai…
É sobre quem Deus quer que caminhe com você.

Fotografar é uma terapia para mim.
Serra Negra 2023
Brasil

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

A Vida Também Brota nos Lugares Improváveis

Hoje, enquanto caminhava para esfriar a cabeça, encontrei um cogumelo na calçada. Pequeno, discreto… mas tão vivo. 

E aquilo me fez pensar.

Nunca pensei que um simples cogumelo na calçada fosse me fazer parar. 

Estava voltando para casa, cansada da rotina, do peso das preocupações, da sensação de que nada mudava.
Foi um dia em que eu me sentia estagnada — meio perdida, meio sobrevivendo no automático, sem grandes expectativas.

E então vi esse pequeno cogumelo, sozinho, brotando no meio do concreto.
Ninguém olhava. Ninguém se importava.
Mas eu parei.

Ajoelhei, respirei, observei.
E pela primeira vez em dias, algo dentro de mim ficou em silêncio.
Como se aquele pequeno ser dissesse: 

“Mesmo no lugar errado, ainda dá pra florescer.”

Eu tirei a foto sem pensar que um dia ela serviria pra algo.
Mas olhando hoje, percebo o quanto eu também estava brotando fora do lugar… tentando crescer mesmo quando tudo parecia duro e apertado ao meu redor.

Reflexão

A vida é cheia desses momentos que parecem pequenos, mas nos dizem tanto.

Às vezes, a força não é grandiosa — é discreta, silenciosa, quase invisível.
É só o ato de continuar.

A beleza não precisa estar em grandes coisas.
Às vezes ela está ali, na beira da calçada, esperando que a gente desacelere por um segundo.

Valor útil

Esse dia me ensinou que:

  • Crescer é possível até nos ambientes mais difíceis.

  • A rotina pode esconder pequenas mensagens.

  • Pausar é tão importante quanto seguir.

  • O mundo ainda oferece beleza — mesmo quando estamos cansadas demais para procurar.

O peso que ninguém vê… mas que eu carrego todos os dias

O peso que ninguém vê… mas que eu carrego todos os dias Esses dias tenho sentido um medo estranho, daqueles que chega quieto, mas oc...