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sábado, 6 de dezembro de 2025

Dia 03 do Desafio: Amigo Verdadeiro

Dia 03 do Desafio: Amigos, Fé e Família

Hoje, no terceiro dia do desafio, quero falar sobre algo que me toca profundamente: amizade, confiança e quem realmente está ao nosso lado. Eu gostaria de colocar uma foto real dos meus amigos, mas a cada dia percebo que nem todos são de fato amigos. Por isso, escolho não compartilhar nomes ou imagens. Prefiro honrar quem é verdadeiro no coração e na presença.

Para mim, os amigos reais são Deus, minha mãe, meu pai, minha irmã e minha filha. Deus é meu guia, minha luz, meu porto seguro e minha força em todos os momentos. Depois Dele, meu pai e minha mãe são pilares inabaláveis, que me amam incondicionalmente, me apoiam, me corrigem quando preciso e celebram minhas vitórias como se fossem deles. Minha irmã e minha filha também são presentes preciosos, que iluminam minha vida com carinho, companheirismo e amor genuíno.

Este post é sobre aprender a valorizar quem realmente importa: quem permanece, quem escuta, quem ama sem expectativas. Sobre reconhecer que amizade verdadeira não se mede por número de pessoas ao redor, mas pela presença genuína, pelo afeto sincero e pelo cuidado constante.

  • Deus como meu amigo eterno e guia de vida.
  • Pais que amam, apoiam e me sustentam incondicionalmente.
  • Minha irmã e minha filha como presentes preciosos de amor e companhia.
  • Amizade verdadeira é presença, não aparência ou quantidade.
  • Valorização do amor, respeito e laços genuínos.

A Psicologia dos Laços de Apoio e Espiritualidade

Na psicologia do desenvolvimento e na análise sistêmica familiar, o conceito de Rede de Apoio Primária é vital. Ter figuras de apego seguro (como pais e familiares próximos) funciona como um fator de proteção contra o adoecimento mental. A espiritualidade, por sua vez, é reconhecida pela OMS como uma dimensão importante da saúde, oferecendo suporte cognitivo e resiliência diante de crises, funcionando como um "norte" emocional.

Bibliografia de Apoio:
BOWLBY, J. Apego e Perda. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
KOENIG, H. G. Espiritualidade no Cuidado com o Paciente. São Paulo: FEAL, 2005.

Reflexão: Deus, minha família e minha filha são meu alicerce. Tudo que escrevo aqui é para celebrar a presença divina e o amor incondicional que recebo todos os dias.


Por que compartilho

Escrevo para registrar e agradecer. Para refletir sobre o que é verdadeiro na vida e honrar aqueles que permanecem. Deus, meu pai, minha mãe, minha irmã e minha filha são meus amigos eternos, minha fortaleza, minha inspiração.

Escrito em: Campinas, SP
Por: Elis Jurado

Se você estiver passando por um momento difícil, converse com alguém. CVV – 188 (24h).

sábado, 16 de setembro de 2023

O amor… será que eu realmente soube o que era?


Rosa vermelha, símbolo do amor.

E eu olho para ela e lembro de tudo que já senti… tudo que achei que era amor.

Quanto amor eu senti por você.
Quanto amor…
E, mesmo assim, às vezes nem consigo descrever o que era aquilo.
Era amor? Era paixão? Era falta? Era desejo de ser vista? Era carência?
Até hoje eu não sei.

Crescemos acreditando que amor é eterno, que dura para sempre, que atravessa o tempo como se nada pudesse destruí-lo.
Mas será que o eterno existe?
Ou o eterno só acontece no amor de mãe pelos filhos…
No amor de Deus por nós…
Nesses amores que não dependem de reciprocidade para continuar existindo?

Minha verdade

O amor que eu sentia na adolescência era barulhento, impulsivo, dramático.
O amor que eu penso sentir hoje é outro: mais silencioso, mais cauteloso, mais desconfiado até.
E, às vezes, me pergunto se, no meio de tanta confusão, eu realmente amei alguém de verdade…
ou se só amei a ideia de ser amada.

É difícil admitir isso, mas faz parte do meu processo de me entender.

O que isso tem me ensinado

Talvez o problema não seja o amor…
Talvez seja o que a vida fez com ele dentro de mim.

A gente amadurece, cria cicatrizes, ergue muralhas, e o amor vai ficando diferente — não menor, não fraco… apenas mais cuidadoso.

E se você que está lendo isso já se perguntou se aquilo que viveu foi amor ou só ilusão, deixa eu te dizer uma coisa com carinho:
o amor que vale a pena não confunde, não te diminui, não te faz se perder de si.
O amor certo chega com paz, não com dúvida.

Conclusão

Hoje, com a rosa na mão, percebo que talvez eu ainda esteja aprendendo o que amor significa para mim.
E tudo bem.
Alguns sentimentos não precisam de respostas imediatas.
Eles só precisam ser vividos com verdade.


quinta-feira, 6 de junho de 2019

Essas mulheres...


Esses sorrisos enchem meu coração de alegria.


Ah! Deus! Como te agradecer?


Quanta emoção e alegria no meu coração.


Que recordação mais linda!!!!


Há exatamente 8 anos atrás.


Giulia e Lala, amor que não se mede.


Gratidão Deus!


quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Agradecer sempre... O segredo para ser feliz



Gratidão é reconhecer que a vida é um presente. 💝
Quanto mais você agradece mais motivos para agradecer são enviados na sua direção. 
Quando você ama e é grato por tudo que você tem, você tem tudo que precisa! 💓
Nunca reclamar, só agradecer, tudo o que vier eu fiz por merecer 🙌🏼💕🍀
Tudo é bem mais bonito quando se tem um coração grato! 💖
Concentre-se em coisas positivas, afaste de você tudo o que é ruim. 
A positividade te leva sempre além! 🍀
O corpo alcança o que a mente acredita! 🙏👊
Se livra dos pensamentos ruins, das pessoas erradas, dos tormentos da alma! 
Pense, haja e sinta positivo que tudo ao seu redor prosperará! 
AGRADEÇA!
Compartilhe e espalhe o bem!

sábado, 7 de março de 2015

Ela

Ela teve a ousadia de acreditar em mim quando eu mesma não acreditava, e essa foi uma atitude única e que poucas pessoas se arriscariam a ter.

Ela confiou além do que eu confiava, do que eu acreditava e me fez olhar para mim mesma de uma forma que me fez mudar, não por ela ou alguém e sim por mim mesma.

Assim, ela com sua bravura me ensinou sem dizer uma palavra que, só querer e amar uma pessoa não é o suficiente, e confiar é tão importante quanto amar ou dar carinho.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A Resistência do Amor: O Que Fazer Quando o Mundo Nos Fere

A Resistência de Continuar Amando

Uma das coisas mais importantes que descobri nos últimos meses foi algo que eu nunca imaginei perceber com tanta clareza: eu simplesmente não consigo mais causar sofrimento em ninguém.

Pode parecer algo simples, até óbvio para algumas pessoas, mas para mim essa descoberta veio carregada de peso. Hoje, lidar com a dor dos outros se tornou um fardo que meu coração não consegue mais carregar. Meu maior desafio tem sido assistir, todos os dias, ao sofrimento da minha filha. A saudade que ela sente do pai atravessa a casa em silêncio, e não existe nada que eu possa fazer para preencher esse vazio. E isso dói.

A vida ensina, de forma inevitável, que em algum momento acabamos causando tristeza ou mágoa em alguém. Nem sempre é intencional. Muitas vezes acontece simplesmente porque a vida é feita de escolhas. Os interesses das pessoas se cruzam, se chocam, se antagonizam. E, nessa equação inevitável da vida, alguém acaba sofrendo.

Eu até consigo entender — embora nunca aceite completamente — quando alguém provoca sofrimento em outra pessoa por causa de algum interesse: uma promoção, um desejo, ambição, ciúme, inveja. São falhas humanas. Mas o que ainda me surpreende é quando o sofrimento é causado de forma gratuita, sem necessidade, apenas pela ausência de empatia.

Talvez a maior lição que aprendi com a pessoa que dividiu comigo sentimentos, sonhos e pedaços da vida seja essa: somente o amor faz tudo valer a pena. E amar não é apenas sentir. Amar é escolher, todos os dias, pequenos gestos de bondade. É praticar generosidade quando ninguém está olhando. É lembrar que cada pessoa carrega dentro de si batalhas que muitas vezes não conseguimos ver.

Quando escolhemos fazer alguém sofrer — principalmente de forma consciente — o amor deixa de existir naquele gesto. E sem amor, o que sobra? Eu mesma já descuidei do amor de outras pessoas ao longo da vida. Mas hoje eu não consigo mais sequer imaginar ferir alguém.

Existe, porém, um dilema silencioso nisso tudo. Quando você decide não ferir ninguém, não existe uma proteção automática que impeça que os outros te machuquem. A vida não funciona assim. É como dirigir um carro. Você pode ser um motorista extremamente cuidadoso, atento, responsável. Pode fazer tudo certo. Mesmo assim, ainda existe a possibilidade de alguém bater em você.

Quando isso acontece, existem dois caminhos possíveis. Você pode se deixar consumir pela amargura, pelo ressentimento e pela revolta. Ou pode escolher algo muito mais difícil: se libertar. Entender que ninguém nesse mundo tem o poder absoluto de definir a sua felicidade ou a sua infelicidade.

O sofrimento ocasional — principalmente aquele causado por outras pessoas — não define quem você é. E, mais importante ainda, não precisa definir quem você escolhe continuar sendo. Às vezes, continuar sendo alguém que ama… já é uma forma silenciosa de resistência.


O Olhar da Psicologia: 

Alteridade e Locus de Controle

O texto da Elis toca em um conceito fundamental da psicologia fenomenológica e ética: a Alteridade. Reconhecer o sofrimento do outro como algo que nos impacta é o ápice do desenvolvimento humano. No entanto, a metáfora do motorista ilustra perfeitamente o Locus de Controle Externo (as batidas que recebemos) versos o Locus de Controle Interno (nossa escolha de não bater e de como reagir ao dano).

Clinicamente, a decisão de não se deixar levar pela amargura é um processo de resiliência ativa. Escolher manter a bondade mesmo após ser ferido não é passividade, é a manutenção da identidade. Na psicologia, entendemos que o trauma pode tentar redefinir o sujeito, mas a escolha ética de continuar amando é o que preserva a integridade da saúde mental.

Bibliografia de Apoio:
LEVINAS, E. Totalidade e Infinito: Ensaio sobre a Exterioridade.
FRANKL, V. Em Busca de Sentido.

Escrito em: Campinas, SP
Por: Elis Jurado

💬 "Continuar sendo alguém que ama é uma forma de resistência."

Em um mundo que muitas vezes nos fere gratuitamente, como você protege a sua capacidade de ser gentil? Você já sentiu que sua bondade foi testada pelas "batidas" da vida? Deixe seu comentário abaixo e vamos conversar sobre essa força silenciosa que é o amor e a resiliência.

Se você estiver passando por um momento difícil, procure ajuda. O CVV atende gratuitamente 24h pelo telefone 188.

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