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quinta-feira, 14 de setembro de 2023

O coração mais bonito

Tem uma frase que carrego desde que eu era pequena — e talvez seja uma das mais lindas que já ouvi:

“O coração mais bonito não é aquele que só sabe amar, mas sim aquele que, com seu íntimo ferido, esquece e perdoa.”

Uma lembrança que nunca me deixou

Eu me lembro exatamente de quando ouvi isso pela primeira vez. 
Eu era criança, e mesmo sem entender totalmente, senti que aquilo mexia comigo. Na época, eu achava que amar era o suficiente. Que bastava querer bem.

Com o tempo, descobri que a vida é mais complexa do que os contos de fadas prometem.
A gente cresce, se machuca, é decepcionado, por vezes quebrado. 
E é justamente aí que essa frase volta — quase como um abraço silencioso dizendo: “Você ainda pode escolher o amor.”

Quando o coração se fere, mas escolhe ficar

Hoje, adulta, eu vejo que o amor mais bonito não é o que nunca foi testado.
É aquele que passou por tempestades e ainda assim escolheu não endurecer.
Não é sobre aceitar tudo, nem sobre ignorar a dor.
É sobre não deixar que ela te transforme no que te feriu.

Perdoar não significa esquecer o que fizeram com você, mas sim não permitir que aquilo siga comandando sua vida.
E isso… isso é uma força que poucas pessoas admitem ter.

Se você está aqui, lendo este texto, talvez esteja sentindo o peso de alguma dor, alguma decepção, algum cansaço emocional.

Então eu quero te entregar isso:
Você não precisa ter um coração perfeito. Só precisa ter um coração que decide não perder a sua própria essência.
Perdoar é um ato de liberdade.
E essa liberdade devolve paz.

Eu ainda acredito nessa frase — talvez hoje até mais do que na infância.

Porque depois de tantos tombos, eu descobri que um coração bonito não é o que nunca sofreu…
É o que, mesmo ferido, continua sendo luz.

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O peso que ninguém vê… mas que eu carrego todos os dias Esses dias tenho sentido um medo estranho, daqueles que chega quieto, mas oc...