Hoje voltei ao cemitério. Estava cheio, como costuma ser.
Nada diferente, nada fora do comum — só aquela saudade funda que aperta o peito e faz o silêncio pesar mais do que o vento.
Mas a foto que tiramos trouxe algo… inquietante. Algo que nenhum de nós conseguiu explicar.
A história que voltou à tona
Só que, quando cheguei em casa e fui olhar, meu coração gelou por um segundo.
Eu estava completamente sozinha naquele momento.
O sentimento que isso traz
Hoje, ao voltar ao cemitério, esse episódio voltou com força. A memória da foto, a estranheza, a sensação de algo inexplicável pairando no ar.
É como se algo estivesse ali, além do que os olhos conseguem enxergar.
A reflexão que fica
E às vezes… é algo que a gente nunca vai saber.
O que me ajuda nesses momentos
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Respeitar o mistério, sem alimentar medo desnecessário.
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Lembrar que cemitérios carregam histórias — e nem todas são silenciosas.
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Conversar com a família e dividir o que sinto, sem guardar tudo para mim.
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Orar, porque a fé acalma aquilo que a razão não alcança.
Conclusão
Só sei que aquela sombra permanece na memória… e no coração.
Se alguém já viveu algo parecido, entende bem essa mistura de estranheza, saudade e arrepio que a gente não esquece.