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quarta-feira, 3 de setembro de 2025

Ambivalência Emocional: Celebrando a vida entre a formatura e a UTI

Um Dia de Emoções, Gratidão e Fé

Hoje foi um dia intenso, cheio de sentimentos mistos e muito aprendizado sobre amor, fé e família. Minha irmã se formou na faculdade, e fomos para São Paulo celebrar esse momento tão especial. Ela estava radiante de felicidade, e poder compartilhar esse dia com ela foi emocionante, inesquecível.

Ao mesmo tempo, meu coração se enchia de saudade e preocupação. Desde julho, tínhamos esperanças de que minha mãe pudesse participar da formatura. Ela foi internada no dia 20/08 para avaliação, exames e preparação para a cirurgia tão necessária. Era um momento de expectativa e oração, esperando que tudo desse certo para ela estar presente na comemoração.

No dia 01/09/2025, ela passou pela uma cirurgia complexa e tão necessária e esperada, que durou 5 horas, com o coração fora do peito. Um momento de imensa tensão e fé, mas graças a Deus, a operação foi um sucesso. Minha mãe respondeu muito bem aos estímulos e iniciou a recuperação, um verdadeiro milagre que nos encheu de gratidão e esperança.

Quando chegou o dia da formatura, 03/09, minha mãe não pôde estar fisicamente presente, pois ainda estava na UTI se recuperando. Mesmo assim, sentíamos sua presença, seu amor e força conosco. Agradeço profundamente a Deus por ela estar viva, forte e caminhando para a recuperação. Saber que ela estava sendo cuidada e respondendo tão bem aos médicos trouxe um misto de alívio e emoção, e nos lembrou do valor da vida e da fé.

Foi um dia de sentimentos misturados: alegria pela formatura da minha irmã, preocupação e gratidão pela minha mãe, orgulho, amor e fé que nunca nos abandonou. Sou profundamente grata a Deus por cada detalhe: pela cirurgia bem-sucedida, pela vida da minha mãe, pela alegria da minha irmã e pela força que Ele nos dá todos os dias para seguir.

  • Celebrar a formatura da minha irmã e sua felicidade contagiante.
  • Agradecer a Deus pela vida e recuperação da minha mãe.
  • Reconhecer a força da fé em momentos de dificuldade.
  • Valorizar a família e os laços incondicionais.
  • Aprender que alegria e desafios muitas vezes caminham juntos.

Reflexão: A vida mistura alegria e desafios. Deus, minha mãe, meu pai, minha irmã e minha filha são meus pilares. Sou grata por cada momento, mesmo os difíceis.


O que a ciência diz sobre a Ambivalência Emocional

Viver a euforia de uma formatura enquanto se enfrenta o medo de uma cirurgia cardíaca na família é o que a psicologia denomina Ambivalência Emocional. Esse estado ocorre quando o indivíduo experimenta emoções de valências opostas (positiva e negativa) simultaneamente.

Estudos indicam que a capacidade de integrar esses sentimentos opostos — em vez de negar um em favor do outro — é um marcador de maturidade emocional e alta resiliência. O suporte familiar e a espiritualidade (como a gratidão citada pela Elis) atuam como "amortecedores" neurobiológicos, ajudando o cérebro a processar o estresse da preocupação sem apagar a capacidade de sentir prazer pelas conquistas.

Bibliografia de Apoio:
LARSEN, J. T.; MCGRAW, A. P. Further Evidence for Mixed Emotions. Journal of Personality and Social Psychology, 2011.
FRANKL, V. E. Em Busca de Sentido. Vozes, 2008.

Um momento de partilha

Você já sentiu o coração apertado de preocupação e, no mesmo instante, transbordando de alegria por outra pessoa? Essa é a complexidade de estar vivo. Compartilhe nos comentários como você lida com esses dias de "sentimentos misturados". Sua história pode fortalecer a de outra pessoa.

Texto por: Elis Jurado

quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

Quando o fim do ano pesa mais do que deveria


Quando o Fim do Ano Aperta: Entre a Gratidão e a Dor que Ninguém Vê

Chegando nos últimos dias do ano… e, como sempre, algo dentro de mim desaba. É quase automático. Uma tristeza que vem sem pedir licença, um vazio que ocupa espaço demais, e uma culpa pesada por sentir tudo isso quando, teoricamente, eu “deveria” estar feliz.

✨ A história por trás desse sentimento

Eu tento. Eu juro que tento encontrar uma alegria forçada, um sorriso emprestado, uma dose de animação para não decepcionar ninguém. Mas parece que meu corpo sabe antes de mim: essa época me dói.

É uma mistura de melancolia, pressão, comparações silenciosas e uma sensação de que fiz menos do que deveria, mesmo quando fiz tudo o que consegui.

E aí vem aquela vontade: que esse ano acabe logo… por favor.

✨ E isso não acontece por falta de motivos para agradecer

  • Minha filha passou no vestibular.
  • Vai se formar na próxima semana.
  • Vai brilhar no palco do teatro.
  • Estou empregada.
  • Minha família está viva e bem.
  • Eu posso abraçar quem amo, ouvir suas vozes, sentir sua presença.

Sou profundamente grata a Deus, que cuida de mim e da minha família a cada instante, silenciando perigos que eu nem vejo.

Mas ainda assim… falta. Falta algo que eu não sei explicar. Falta uma paz que parece escapar pelos dedos. Falta um lugar onde eu caiba inteira, sem precisar fingir alegria para agradar.

✨ A reflexão que essa dor traz

Tem sentimentos que não obedecem lógica. Tem dores que se repetem como um ciclo. E tem épocas do ano que tocam a gente exatamente onde estamos mais frágeis.

Tudo bem não saber o porquê. Tudo bem não amar festas. Tudo bem desejar silêncio quando o mundo inteiro parece explodir em barulho.

Talvez a pergunta não seja “por que eu sinto isso?”, mas “como posso ser gentil comigo quando isso chegar?”.

✨ O que tem me ajudado, mesmo nos piores dias

  • Permitir sentir, sem me julgar.
  • Repetir em silêncio: “Jesus, cuida de mim. Aumenta a minha fé.”
  • Lembrar que a tristeza não invalida a gratidão — elas coexistem.
  • Reconhecer que o fim do ano desperta emoções profundas, e isso não me faz fraca.

✨ Conclusão

Escrevo isso porque este também é meu pedido de socorro e, ao mesmo tempo, meu pedido de fé. Eu não quero me sentir assim, mas sinto. Eu não controlo, mas confio.

Se você também se sente sufocada nessa época, saiba: você não está sozinha. Que Deus cuide de nós, acalme nossos medos e encha de luz aquilo que ainda falta.

💛 Se você estiver passando por um momento de desespero ou pensamentos ruins, procure ajuda imediatamente.
📞 CVV – 188 (atendimento gratuito e 24h)

segunda-feira, 13 de novembro de 2023

Quando tudo desmorona: A lição de paz que o céu me deu

Quando tudo parece desmoronar… olhe para o céu

Quando algo começa a cair aos pedaços na nossa vida, o coração aperta, a mente corre, a ansiedade sobe… e a gente sente como se estivesse perdendo o chão.

Mas hoje, olhando esse céu no final da tarde, lembrei de uma coisa tão simples e tão profunda:

“Quando algo está caindo aos pedaços em sua vida, confie no Senhor e faça o bem.”

E é isso. Às vezes não dá para segurar tudo. Às vezes não dá para entender nada. Mas sempre dá para confiar. O céu muda a cada minuto, e mesmo assim continua lindo — com nuvens, com cores, com luz ou com sombra. E eu sinto que a nossa vida é assim também: viva, mutável, cheia de fases que a gente não controla… mas guiada por Deus o tempo inteiro.

Fotografar esse fim de tarde me deu uma felicidade serena, daquele tipo que acalma por dentro. É como se o céu dissesse pra mim: “Filha, respira. Eu continuo aqui. Nada está realmente perdido.”

✨ Lembre-se

  • Se algo na sua vida parece desmoronar, não se desespere.
  • Confie em Deus e mantenha a esperança viva.
  • Continue fazendo o bem, mesmo quando o mundo parecer escuro.
  • A luz sempre volta — e às vezes ela aparece primeiro no céu.

O que a ciência diz sobre a Contemplação da Natureza

A paz que sentimos ao observar o céu não é apenas espiritual, ela é biológica. Estudos em Psicologia Ambiental comprovam que a observação de elementos naturais — como o céu, árvores ou água — ativa o sistema nervoso parassimpático, responsável pelo relaxamento.

Para quem convive com o transtorno bipolar ou ansiedade, essa prática ajuda a reduzir os níveis de cortisol e a interromper a "visão de túnel" (quando focamos apenas nos problemas). Olhar para cima expande nosso campo de visão e envia um sinal ao cérebro de que o ambiente é seguro, favorecendo a regulação emocional imediata.

Bibliografia de Apoio:
KAPLAN, R.; KAPLAN, S. The Experience of Nature: A Psychological Perspective. Cambridge University Press, 1989.
SELHUB, E. M.; LOGAN, A. C. Your Brain on Nature. HarperCollins, 2012.

Um convite para você

Como está o céu aí onde você mora agora? Te convido a parar por dois minutos, olhar para cima e simplesmente respirar. Às vezes, a resposta que você precisa não está no esforço de resolver tudo sozinha, mas na entrega e na confiança. Deixe um comentário contando como você se sente hoje.

Texto por: Elis Jurado

quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Jesus, eu confio em Vós: Onde encontro descanso para a alma

Onde o Coração Descansa: Fé e Acolhimento

Às vezes, a vida pesa. A cabeça acelera, o peito aperta e a gente precisa de um lugar seguro para descansar a alma. Hoje, olhando para o Sagrado Coração de Jesus e o Sagrado Coração de Maria, senti exatamente isso: um descanso.

Porque, mesmo quando tudo parece bagunçado aqui dentro, existe um amor que não falha, não cobra, não pesa. Um amor que acolhe.

Minha história com Eles é simples

Eu sempre recorro quando estou cansada demais para explicar o que sinto. Quando não encontro palavras, mas encontro fé. Quando não sei por onde começar, mas sei onde apoiar meu coração. E cada vez que olho pra Eles, lembro que não estou sozinha — nunca estive.

Reflexão

Todo mundo precisa de um lugar para depositar suas dores e suas esperanças. Alguns encontram isso na natureza, outros em pessoas. Eu encontro aqui: no Sagrado, no amor que transcende, no olhar que acalma.

Se hoje seu coração estiver apertado, diga só isso: “Jesus, eu confio em Vós.” E entregue. Mesmo sem entender tudo. Às vezes, a paz chega primeiro, e as respostas chegam depois.

Que o Sagrado Coração de Jesus e o Sagrado Coração de Maria toquem o seu dia também — com luz, proteção e esse amor silencioso que cura sem fazer barulho.


O que a ciência diz sobre a Fé e a Saúde Mental

O que você experimenta ao recorrer ao Sagrado é estudado pela psicologia como Coping Religioso-Espiritual Positivo. Ter um ponto de apoio transcendente ajuda a reduzir a ativação da amígdala cerebral (responsável pelo medo e ansiedade) e promove a resiliência.

Para pacientes com transtorno bipolar, a espiritualidade pode atuar como um fator de proteção, oferecendo um senso de propósito e pertencimento que auxilia na estabilização emocional durante as oscilações de humor. A entrega e a confiança ajudam a diminuir a carga cognitiva do estresse, permitindo que o sistema nervoso encontre um estado de homeostase (equilíbrio).

Bibliografia de Apoio:
KOENIG, H. G. Medicina, Religião e Saúde. L&PM, 2012.
PANZINI, R. G. Coping Religioso-Espiritual. Artmed, 2011.

Um momento de partilha

E você? Onde você encontra descanso quando o mundo parece pesado demais? Às vezes, compartilhar nossa fonte de força ajuda outra pessoa a encontrar a dela. Deixe um comentário ou apenas uma palavra de fé aqui embaixo.

Texto por: Elis Jurado

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Crises que chegam sem aviso

Sempre entro em crises… do nada.

É como se um gatilho invisível disparasse dentro de mim.
Sem motivo aparente.
Sem aviso.
Sem lógica.

De repente, me vejo criando cenários que não existem,
sofrendo por coisas que nunca aconteceram,
esperando sempre o pior —
como se a minha própria cabeça trabalhasse contra mim.

E o mais difícil é ouvir:

“Mas por que você está assim?
Não aconteceu nada!”

Se fosse tão simples assim…
eu também não saberia explicar.

A verdade é que quem vive ansiosa entende:

o corpo sente antes da mente compreender.
o coração dispara antes do perigo existir.
a dor chega antes da razão conseguir explicar.

Minha reflexão

Com o tempo, aprendi que essas crises não fazem de mim fraca —
fazem de mim humana.

Aprendi também que ninguém é obrigado a entender o que nunca sentiu…
mas eu sou obrigada a me cuidar.

A gente precisa se acolher,
respirar quando falta ar,
pedir ajuda quando pesa demais,
e lembrar que não é vergonha nenhuma admitir que está difícil.

Para você que está lendo isso

Se alguma parte desse texto te descreveu…
por favor, não carregue isso sozinho(a).

Seu sentimento é válido.
Seu medo é real.
E a sua dor merece cuidado.

Se, em qualquer momento, você sentir que está perdendo o controle,
que o desespero tomou espaço demais,
ou que não consegue mais lidar sozinho(a):

No Brasil:
📞 188 – Centro de Valorização da Vida (CVV)
Atendimento 24 horas, gratuito e totalmente anônimo.

Você não está só.
E pedir ajuda é, sempre, um ato de força.

Conclusão

Eu sigo tentando me entender,
devagarzinho,
respirando fundo,
lutando contra a minha própria cabeça quando ela tenta me derrubar.

E sigo acreditando que,
mesmo nos dias mais confusos,
Deus segura minha mão
antes que eu caia.

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Tentando recomeçar aos poucos

Tentando voltar a escrever aqui… mas, sinceramente, não estou conseguindo dar andamento nas coisas que eu inicio.

Parece que começo cheia de vontade, e depois a vida vem, me atravessa, me cansa… e eu paro no meio do caminho.

Essa igreja da foto fica perto da minha casa.
Fotografei só por hobby mesmo.
E, por incrível que pareça, é isso que tem me dado um pouco de alegria agora — pequenas coisas, pequenos respiros, pequenos encontros comigo mesma.

Talvez seja assim mesmo que a gente volta: devagar, um passo de cada vez, segurando numa luz pequena até que ela cresça de novo.

Para você, deixo isso:
se o recomeço estiver difícil, não se culpe. Continue em ritmo de você. Mesmo devagar, ainda é caminho.

Boa noite, amigos. 🌙

Bairro Vila União Campinas

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Hoje! Mais uma despedida

💗 A despedida que me ensinou sobre amor e humanidade

Nada como uma despedida para nos lembrar de como somos humanos, frágeis e limitados. Hoje revivi isso enquanto me despedia da nossa princesinha, a Lalinha — a bebê que chegou aos 9 meses e viveu conosco até quase completar dois anos.

Para muitos, ela pode ter sido apenas parte do acolhimento familiar. Para nós… ela foi família. Foi filha. Foi luz. Foi vida.

  • A primeira risada da manhã.
  • O cheirinho de bebê que enchia a casa.
  • A rotina que mudou tudo dentro de nós.

💛 Esses bebês chegam machucados pelo mundo… e acabam curando feridas que nem sabíamos que tínhamos.


✨ O amor que fica, a dor que ensina

Eu sempre tive dificuldade em me desprender de quem amo. É como se meu coração tivesse raízes. E com a Lalinha não foi diferente. Ela virou parte da nossa rotina, da nossa mesa, das nossas orações.

Sabíamos que o dia da despedida chegaria. Mas saber não nos prepara.

Quando soubemos que ela voltaria para a mãe, senti o peito apertar. Não por falta de fé — mas porque despedidas sempre nos colocam diante da nossa humanidade.

Sim, doeu. Dói. Vai doer por um bom tempo. Mas também sei que:

  • Deus tem um propósito em cada história.
  • O amor nunca é perdido — ele se transforma.
  • Cuidar é um privilégio, mesmo quando dói no final.

💛 Foram quase dois anos de alegria, desafios, fé, aprendizado e amor que transbordou. E por mais que hoje existam lágrimas… nenhuma delas supera o privilégio que tivemos.


🌷 Missão cumprida

Hoje foi difícil. Amanhã também será. Mas quando olho para trás, respiro fundo e penso:

Missão cumprida.

Porque fizemos o que Deus pediu. Porque amamos sem limites. Porque cuidamos com verdade. Porque oferecemos um lar, colo, segurança e afeto.

E por mais que a saudade aperte, eu não mudaria nada. Se o tempo voltasse, faria tudo de novo. Tudinho.

Que Deus continue guiando a vida dela — e a nossa — com sabedoria, renúncia, gratidão e amor.

Somos humanos, sim. Mas somos humanos que amam. E é isso que nos faz seguir.

💛 Recadinho para a nossa Lalinha:
Nós te amamos incondicionalmente e para sempre… Nunca se esqueça disso. Nunca. E, se um dia Deus permitir — se for da Vontade Dele — talvez nossos caminhos se encontrem novamente. Um reencontro sem despedidas, sem lágrimas, apenas com o amor que sempre existiu. E se, quando você crescer, por algum motivo encontrar este blog… Se ler estas palavras e reconhecer aqui um pedacinho da sua história… Se sentir algo familiar, um eco do seu começo… Entre em contato. Prometo que meu telefone e meu e-mail serão os mesmos. Prometo que virei ao seu encontro, onde quer que você esteja, só para matar a saudade que nunca passou. Mas, se você nunca ler… Se nunca mais nos encontrarmos neste mundo… Ainda assim, sinta isso em algum lugar do seu coração: Você foi — e sempre será — amada por nós eternamente. Mesmo que não lembre da gente. Mesmo que não saiba quem somos. Mesmo sem memória, o amor continua existindo… e isso basta.

Mil beijos. 💗

terça-feira, 12 de abril de 2011

Andando...


Estou muito atarefada, cansada e decepcionada esses dias.
E como Deus sempre está observando tudo, Ele resolveu me dar algo para comemorar e agradecer. E aqui estou, dividindo um acontecimento que me deixou pra lá de feliz, pra lá de satisfeita.

A Lalinha começou a andar hoje. Linda, maravilhosa, com 1 ano e dois meses. Não acredito que sou merecedora de tanta alegria assim.
Simplesmente feliz e babando demais da conta. Isso se chama mamãe coruja. rsrrs

Larissa, prazer em conhece-la. Obrigada Deus por me permitir tanta alegria. Por me permitir ser mãe mais uma vez e estar diante dessa conquista maravilhosa. Muito obrigada Deus.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Tudo se derrubou dentro de mim


Um Dia de Caos, TPM e Uma Luz No Fim

Nem entendo como podem acontecer tantas coisas tão diferentes no mesmo dia.

Logo hoje que a TPM me assombra... Pensei que o dia seria tranquilo, normal, sem stress, sem surpresas; mas foi o dia mais agitado que já tive.

Um pequeno stress no trabalho, claro né, tinha que começar assim... Aguardando o tempo todo algo que não aconteceu... Hummmmmmmmmm, claro que fiquei irada né. rsrrs

Após o expediente, saindo naquele sol escaldante, para completar... Um acidente de trânsito. Na boa, estava tudo certo comigo, ninguém se feriu e a negociação foi tranquila, mas eu já estava muito cansada. Não consegui fazer o que tinha planejado para a tarde, pois tive que ir atrás de mecânico. Agradeço por estarmos todos bem, mas fiquei muito chateada mesmo. Fora alguns telefonemas que não obtive resposta.

E não termina por aí não: semana que vem ficarei a pé por 10 dias. Aiiiiiiiii, não suporto nem pensar nisso, mas é a realidade.

Medicação hoje? Não usei de jeito nenhum. Cheguei irritadíssima e nem quis saber. O coitado do meu celular pagou: num momento de grande stress, eu o joguei longe... Fiquei mal mesmo; não costumo fazer esse tipo de coisa, sou muito controlada.

Ainda bem que, logo que cheguei com toda minha revolta, uma amiga que acabou presenciando o acidente me ligou e conversamos um pouco.

Para completar esse dia sem fim, lavei um montão de roupa e tive que fazer janta. Aiii, não aguento!!! Nem quis jantar.

Alguém não atende uma chamada minha, para acabar de desmoronar. rsrsr. Lógico que pensei o que me deu vontade, e o coitadinho do celular pagou de novo — um tombinho a mais…

Minha cabeça explodindo... Um cansaço terrível...

Pensam que vou reclamar? Acham que o dia só teve coisas ruins? Nãoooooooooooo! Esse dia sem fim fechou com chave de ouro: recebemos uma carta da família da Lalinha, uma carta lindaaaaaaaaaa, que me emocionou muito...

Também tivemos notícia do papai e fiquei feliz por ouvir de alguém: “Elis, já estou vendo uma luz no fim do túnel.” Isso eu não posso deixar de agradecer. Obrigada Deus, Tú atendeu prontamente meu pedido novamente. Muito obrigada...

O mal entendido foi desfeito e me senti melhor, porém acho que preciso de colo para chorar um pouquinho. Estou agradecida, feliz, mas insegura, muito ansiosa. Há tempo não derramo algumas lágrimas e acho que hoje me fariam bem, mas… Sinto-me só... Preciso de alguém.

A dona imbatível não suportou guardar tudo. Tentei, mas não deu... desmoronei...

E para piorar, essa TPM que me deprime mais ainda. Sei que amanhã estará tudo bem — assim espero... Pois hoje, tudo se derrubou dentro de mim.

Se esse texto falou com você em algum nível, lembre-se: pedir ajuda é um ato de força, não de fraqueza.

📞 No Brasil: 188 – CVV
Atendimento 24h, gratuito e anônimo.

sábado, 31 de julho de 2010

Entre a Ansiedade e a Fé

Boa noite — entre a ansiedade e a fé

Boa noite, amigos. Hoje vim aqui falar um pouco de mim.

Esta semana tenho me sentido extremamente ansiosa e intolerante. Muitas coisas estão acontecendo ao mesmo tempo, muitas mudanças, e confesso: não estou conseguindo processar tudo como gostaria.

Sei que Deus está comigo, me sustentando em silêncio. Tenho certeza de que, se não fosse Ele, eu já teria desmoronado há muito tempo.

Existe um desejo profundo no fundo da minha alma e do meu coração. Deus conhece. Não consigo revelar a muitos, mas ele está lá — vivo, insistente, crescendo. Jamais imaginei que sentiria algo assim.

Já pedi a Deus que faça o melhor para mim, que conduza tudo conforme a Sua vontade. Mesmo assim, a ansiedade permanece. Às vezes me sinto refém desse desejo, sem saber se ele um dia será realizado.

Tudo bem, Deus. Eu creio em Ti.

Mudei de ideia no meio do caminho, fiz escolhas diferentes do que havia planejado. Não me arrependo. Se o tempo voltasse atrás, faria tudo novamente, do mesmo jeito. Mas Tu sabes o que habita o meu coração. E, se for da Tua vontade, peço humildemente: conceda-me esse desejo.

Amém.

Obrigada, meu Deus, por me sustentar. Obrigada também aos amigos que permanecem ao meu lado, mesmo quando eu mesma me sinto confusa.

Desejo a todos uma bela e tranquila noite de sábado.

Sobrevivendo à Intoxicação por Lítio: Meu Relato na UTI e o Transtorno Bipolar

Quando eu cheguei ao hospital: intoxicação por lítio, UTI e o silêncio emocional Cheguei ao hospital acompanhada da minha mãe e da minh...