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sexta-feira, 28 de novembro de 2025

O peso que ninguém vê… mas que eu carrego todos os dias


O peso que ninguém vê… mas que eu carrego todos os dias

Esses dias tenho sentido um medo estranho, daqueles que chega quieto, mas ocupa tudo.

Medo de não dar conta.

Medo de falhar.

Medo de não conseguir oferecer para minha filha tudo o que ela precisa — emocionalmente, financeiramente, no futuro… em tudo.

É meu maior orgulho, a razão da minha luta todos os dias. Mas junto com esse orgulho vem uma preocupação que dói fundo:

  • E se eu não conseguir acompanhar?
  • E se faltar dinheiro?
  • E se faltar força?
  • E se faltar eu?

Às vezes me sinto pequena demais diante da vida. E confesso… eu me canso.

A gente tenta ser forte, tenta segurar as pontas, tenta ser mãe, mulher, trabalhadora, guerreira — tudo ao mesmo tempo. Mas no final do dia, quando a casa fica silenciosa, a cabeça não para.

Fico imaginando os caminhos dela… e pedindo a Deus, em silêncio, que cuide do que eu não consigo cuidar.

E ao mesmo tempo, existe uma parte de mim que reconhece: eu já dei conta de tanta coisa que teria destruído outras pessoas. Eu sobrevivi às minhas dores, às crises, ao medo de perder quem eu amo, às quedas, aos dias sem chão. E sigo aqui. Ainda preocupada, ainda ansiosa, mas seguindo.

💛 Lembrete para você: Às vezes ser adulto é isso mesmo — caminhar com medo, mas caminhar. E ser mãe é aprender a amar com uma coragem que a gente não sabia que tinha.

Se você também se sente sobrecarregado, inseguro ou perdido… respire. Você não está falhando — você está sentindo. E sentir também é um jeito de amar.

Peço que Deus continue me dando força. E que ilumine a vida da minha filha… porque tudo que faço, faço por ela.

domingo, 5 de novembro de 2023

Perdida dentro de mim


Perdida, mas tentando me encontrar

Sim… às vezes me sinto perdida. São tantas emoções misturadas, tantos pensamentos que simplesmente não consigo controlar. Quem lê este espaço talvez perceba: aqui estão registrados meus altos e baixos ao longo dos anos. Meus ciclos. Minha luta silenciosa.

Só recentemente recebi o diagnóstico de bipolaridade e ansiedade. Hoje sigo em tratamento — e sei que não posso parar. Eu me sinto bem na maior parte do tempo, mas ainda assim… tem dias que a confusão chega, e eu mesma não sei explicar o que sinto. Acho que é normal. Acho que faz parte.

Sempre evitei falar de mim, dos sentimentos feios, dos dias escuros, das vezes em que o chão parece desaparecer. Mas agora percebo que talvez dividir isso faça bem. Talvez alguém que esteja passando pelo mesmo encontre um pouco de conforto aqui. Ou talvez eu encontre luz na história de outra pessoa. Talvez a cura venha do encontro.

Eu tinha várias páginas espalhadas, cada uma com um assunto diferente… e não alimentava nenhuma. Então decidi juntar tudo aqui, nesse único lugar. Meu cantinho. Minha parte mais verdadeira.

No momento, procuro uma fonte nova de renda, mas confesso: às vezes não me acho capaz de muita coisa. E isso dói. Mas eu sigo tentando — um passo depois do outro, mesmo nos dias em que a fé balança.

💛 Se também se sente perdida, cansada, pequena… saiba que isso não define quem você é. O diagnóstico não define. A dificuldade não define. A falta de rumo não define. O que define é a coragem de continuar.

✨ Uma mensagem para você

  • Estamos todos tentando. Ninguém precisa fazer isso sozinho.
  • Compartilhe seus sentimentos com alguém de confiança.
  • Observe pequenos sinais de esperança no dia a dia, mesmo nos momentos difíceis.

Boa noite, e obrigada por estar aqui. 💗


📞 Se você estiver se sentindo sobrecarregado(a) ou com pensamentos ruins:
Procure ajuda imediatamente. No Brasil, ligue 188 — CVV (Centro de Valorização da Vida).
Atendimento gratuito, anônimo e 24 horas. Você não está só.

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Tentando recomeçar aos poucos

Tentando voltar a escrever aqui… mas, sinceramente, não estou conseguindo dar andamento nas coisas que eu inicio.

Parece que começo cheia de vontade, e depois a vida vem, me atravessa, me cansa… e eu paro no meio do caminho.

Essa igreja da foto fica perto da minha casa.
Fotografei só por hobby mesmo.
E, por incrível que pareça, é isso que tem me dado um pouco de alegria agora — pequenas coisas, pequenos respiros, pequenos encontros comigo mesma.

Talvez seja assim mesmo que a gente volta: devagar, um passo de cada vez, segurando numa luz pequena até que ela cresça de novo.

Para você, deixo isso:
se o recomeço estiver difícil, não se culpe. Continue em ritmo de você. Mesmo devagar, ainda é caminho.

Boa noite, amigos. 🌙

Bairro Vila União Campinas

O peso que ninguém vê… mas que eu carrego todos os dias

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