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terça-feira, 12 de setembro de 2023

Jesus, cuida dos meus caminhos e do meu coração

Hoje, olhando essa foto que tirei em Serra Negra, senti algo tão forte dentro de mim… uma mistura de paz, saudade e pedido.

E veio essa oração, tão simples e tão necessária:

“Jesus, retire da minha vida cada pessoa que não é boa para mim.
E mesmo que eu fique solitária por um tempo, coloque pessoas corretas, piedosas, leais… pessoas com quem eu possa contar e confiar. Amém.”

Tenho aprendido — às vezes do jeito mais dolorido — que o silêncio de Deus é mais protetor do que muita companhia.
E que, em alguns momentos, Ele precisa afastar para depois preencher.
Precisa limpar para depois reconstruir.
Precisa silenciar para depois fortalecer.

E enquanto esse processo acontece, eu me refugio no que me acalma: fotografar.
Fotografar sempre foi uma terapia para mim.
É como se eu parasse o mundo por alguns segundos e deixasse a alma respirar.

Essa foto em Serra Negra, 2023, me lembra exatamente isso:
que mesmo nos meus dias de cansaço, ansiedade ou medo, eu ainda encontro beleza.
Eu ainda encontro cor.
Eu ainda encontro vida.

E vamos nos lembrar sempre:
Seja qual for seu deserto agora, peça a Deus para tirar o que pesa e trazer o que soma.
Peça coragem para aceitar o que vai embora e sabedoria para abraçar o que chega.
E, se puder, encontre uma pequena terapia só sua — algo que devolva o ar ao seu peito, mesmo que por minutos.

No fim, a vida não é só sobre quem fica ou quem vai…
É sobre quem Deus quer que caminhe com você.

Fotografar é uma terapia para mim.
Serra Negra 2023
Brasil

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Inquieta com recordações

Arara do restaurante Costela de Chão
Foto Elis Jurado

Hoje estou inquieta. Nem sei explicar direito… mas precisava postar isso.
Fui a um lugar que eu gosto muito, um cantinho simples, mas que sempre me traz um pouco de paz. 
E, no meio dessa confusão que anda dentro de mim, encontrei essa arara azul.

Eu gosto de fotografar, mesmo sem entender muito.

Talvez porque, quando vejo algo bonito, consigo me esquecer por alguns instantes do peso que venho carregando.

Nesse dia, eu consegui sorrir com esse pássaro no meu ombro.
Um sorriso pequeno, quase esquecido… porque eu realmente não sorria há meses.
A arara parecia me olhar como se quisesse me lembrar de algo que eu mesma ando tentando recuperar: leveza. Vida. Cor.

Fiquei ali parada por alguns minutos, respirando, observando o azul intenso das penas, sentindo que, mesmo que só por um momento, eu existia fora das minhas preocupações.

Talvez seja isso que eu esteja buscando: pequenos instantes que me devolvam a mim mesma.

E hoje, foi esse instante.

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