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domingo, 24 de setembro de 2023

A Arte como Respiro: Vencendo a Síndrome do Impostor

A Arte como Respiro: Criar, Sentir e o Poder do Estado de Flow

Além de fotografar, eu descobri um refúgio: fazer arte. Nada profissional, nada grandioso… apenas eu, minha intuição e as descobertas que surgem pelo caminho. É fascinante como o ato de criar tem o poder de organizar o que sentimos por dentro.

Quando paro para mexer nas cores e nos detalhes de uma foto — como esta que tirei da vitrine de flores em Serra Negra — eu encontro paz. Na psicologia, chamamos isso de Estado de Flow: aquele momento em que a mente se perde na atividade, o tempo parece parar e o estresse simplesmente silencia. É um respiro necessário na correria do cotidiano.

Vencendo a Síndrome do Impostor na Criatividade

Eu sinto um desejo profundo de me aperfeiçoar. Aprender técnica, direção e, quem sabe, transformar esse encanto em algo que gere frutos. Mas, no meio do caminho, surge aquela pergunta silenciosa: “Será que o que eu faço é bom o suficiente?”.

O nome disso é Síndrome do Impostor. Ela tenta nos convencer de que nos falta talento, quando, na verdade, o que nos falta é apenas tempo de prática e coragem para errar. Afinal, não existe dom sem persistência, e não existe evolução sem o risco de começar pequeno.

Um Passo de Cada Vez: O Desejo de Evoluir

Talvez o segredo não seja encontrar o caminho pronto, mas sim se encontrar durante o processo. Permitir-se ser iniciante é um ato de liberdade. Olhei para essa foto hoje e pensei: “É simples, é real e foi feito por mim.”

Quero evoluir no meu próprio ritmo, sem apagar o que acende essa luz bonita dentro de mim. E, se você tiver uma dica, um conselho sobre parcerias ou caminhos para quem quer crescer na arte e na fotografia, eu aceito de coração. Às vezes, um comentário guia mais do que um curso inteiro.


Escrito por: Elis Jurado

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