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sábado, 30 de setembro de 2023

Ser ansiosa é viver tudo no volume máximo

Sou ansiosa.

E não é segredo nenhum — dá pra perceber no meu jeito, no meu olhar, no meu ritmo.

A história por trás desse jeito acelerado

Eu observo tudo.
Cada detalhe, cada mudança de tom, cada gesto que as pessoas nem percebem que fazem.

Não consigo deixar nada para depois.
Se algo acontece, minha cabeça já dispara:
“Vamos resolver. Agora.”
É quase instintivo, como se meu coração tivesse medo de acumular qualquer coisa… até pensamentos.

E a verdade é que isso me cansa, mas também me move.

Estive recentemente em um hotel fazenda, em Serra Negra.
Um lugar calmo, quieto, cheio de verdes e silêncio.
E enquanto eu tentava desacelerar, percebi que minha mente continuava correndo.
Enquanto tudo ao redor convidava a respirar… eu ainda tentava resolver coisas que nem tinham acontecido.

A reflexão que isso traz

Ser ansiosa não é só “ser agitada”.
É sentir tudo antes, durante e depois.
É viver com a cabeça sempre dois passos à frente, mesmo quando o corpo só queria estar aqui.

E percebi que muitas pessoas vivem assim — carregando urgências que ninguém vê, lutando contra medos que ninguém entende, tentando controlar o que nem existe ainda.

Às vezes, a pergunta mais honesta é:
como desacelerar um coração que nunca aprendeu a andar devagar?

O que tem me ajudado (aos poucos…)

  • Respirar antes de reagir.

  • Lembrar que nem tudo é urgente — mesmo que pareça.

  • Me permitir pausar, mesmo que a pausa dure só alguns minutos.

  • Observar a beleza de lugares tranquilos, como aquele hotel fazenda… e tentar deixar essa paz entrar.

Conclusão

Se você também sente essa ânsia constante de resolver o mundo, eu te entendo.
E só quero te lembrar: a gente também merece sossego.
Mesmo que seja difícil.
Mesmo que seja raro.

E você… se identifica?

Hotel Fazenda Molise - Serra Negra


terça-feira, 12 de setembro de 2023

Jesus, cuida dos meus caminhos e do meu coração

Hoje, olhando essa foto que tirei em Serra Negra, senti algo tão forte dentro de mim… uma mistura de paz, saudade e pedido.

E veio essa oração, tão simples e tão necessária:

“Jesus, retire da minha vida cada pessoa que não é boa para mim.
E mesmo que eu fique solitária por um tempo, coloque pessoas corretas, piedosas, leais… pessoas com quem eu possa contar e confiar. Amém.”

Tenho aprendido — às vezes do jeito mais dolorido — que o silêncio de Deus é mais protetor do que muita companhia.
E que, em alguns momentos, Ele precisa afastar para depois preencher.
Precisa limpar para depois reconstruir.
Precisa silenciar para depois fortalecer.

E enquanto esse processo acontece, eu me refugio no que me acalma: fotografar.
Fotografar sempre foi uma terapia para mim.
É como se eu parasse o mundo por alguns segundos e deixasse a alma respirar.

Essa foto em Serra Negra, 2023, me lembra exatamente isso:
que mesmo nos meus dias de cansaço, ansiedade ou medo, eu ainda encontro beleza.
Eu ainda encontro cor.
Eu ainda encontro vida.

E vamos nos lembrar sempre:
Seja qual for seu deserto agora, peça a Deus para tirar o que pesa e trazer o que soma.
Peça coragem para aceitar o que vai embora e sabedoria para abraçar o que chega.
E, se puder, encontre uma pequena terapia só sua — algo que devolva o ar ao seu peito, mesmo que por minutos.

No fim, a vida não é só sobre quem fica ou quem vai…
É sobre quem Deus quer que caminhe com você.

Fotografar é uma terapia para mim.
Serra Negra 2023
Brasil

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