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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Carta de mim para mim: Um exercício de autocompaixão e cura

Carta de mim para mim

Às vezes, tudo o que a gente precisa é parar… e se olhar com a mesma compaixão que oferece ao mundo.

Querida Eu,

Eu vejo você. Eu vejo a força, a dor, a coragem e o amor que você carrega. Eu vejo a mulher que sobreviveu, que aprendeu com medos, erros e acertos.

Eu vejo a beleza escondida que você esqueceu: sua integridade, sua empatia, sua honestidade e sua capacidade de amar.

Você não precisa ser perfeita para ser suficiente.


Uma verdade que vale para todos nós

Você não precisa se punir por sentir, por agir ou por se proteger. É hora de parar de se comparar, de se culpar e de se esconder atrás de defesas que já não te servem.

Permita-se sentir alegria, amor, reconhecimento e abundância. Permita-se agir, se expressar e se valorizar sem medo.

Lembretes importantes:

  • Você pode manter sua essência e seus limites.
  • Seu silêncio também é uma forma de cuidado.
  • Você é capaz de criar uma vida plena e leve.

Eu te abraço e digo: você merece tudo de bom que a vida tem para oferecer. E eu estou aqui para garantir que você nunca se esqueça disso novamente.

Com amor,
Sua versão curada


  • Você é suficiente
  • Você não está atrasada
  • Você merece viver com mais leveza

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

🌸 Carta de mim para mim

Carta de mim para mim

Às vezes, tudo o que a gente precisa é parar… e se olhar com a mesma compaixão que oferece ao mundo.

Querida Eu,

Eu vejo você. Eu vejo a força, a dor, a coragem e o amor que você carrega. Eu vejo a mulher que sobreviveu, que aprendeu com medos, erros e acertos.

Eu vejo a beleza escondida que você esqueceu: sua integridade, sua empatia, sua honestidade e sua capacidade de amar.

💛 Destaque emocional:
Você não precisa ser perfeita para ser suficiente.


✨ Uma verdade que vale para todos nós

Você não precisa se punir por sentir, por agir ou por se proteger. É hora de parar de se comparar, de se culpar e de se esconder atrás de defesas que já não te servem.

Permita-se sentir alegria, amor, reconhecimento e abundância. Permita-se agir, se expressar e se valorizar sem medo.

💡 Lembretes importantes:

  • Você pode manter sua essência e seus limites
  • Seu silêncio também é uma

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Escrever: A Viagem Infinita entre o Real e o Imaginário

Escrever: Uma Viagem Gratuita para o Infinito

Dias atrás, alguém me perguntou em uma postagem se tudo o que escrevo aqui é exatamente o que vivo. Confesso que nem sempre a caneta (ou o teclado) transcreve apenas o agora. Muitas vezes, me inspiro em histórias passadas — facultadas ou não pela memória —, em músicas que tocam a alma, em pessoas que admiro profundamente ou, às vezes, escrevo apenas pelo prazer de deixar as palavras fluírem. Nem tudo é fato concreto.

Mas é certo que, em muitos momentos, minha vida chega a ser transcrita e muito bem transcrita (risos). Existem dores e alegrias que não cabem só no peito e precisam transbordar para o papel. A verdade é que sou uma pessoa comum, cheia de ideias, sentimentos e contradições. Mas, diferente do que muitos podem pensar, sou consciente e mantenho os pés bem firmes no chão.

Escrever é algo maravilhoso; é uma viagem gratuita para o infinito, um mergulho que transita entre o mundo real e o da imaginação. Somente aquele que escreve entende o que é viajar sem sair do lugar, transformando silêncio em voz e caos em arte. É a minha forma de dar sentido ao que sinto e de abraçar quem me lê.


O que a ciência diz sobre a Escrita Terapêutica

O processo de escrita é validado pela psicologia como Escrita Expressiva ou Terapêutica. Estudos pioneiros do psicólogo James Pennebaker demonstram que o ato de colocar sentimentos e pensamentos no papel ajuda a organizar a narrativa interna, reduzindo a carga emocional negativa.

Ao escrever, ativamos o córtex pré-frontal, o que ajuda na regulação das emoções processadas pela amígdala. No contexto do transtorno bipolar, a escrita funciona como um diário de monitoramento, onde o indivíduo pode observar seus padrões de humor e dar vazão à criatividade, o que é um fator de proteção importante para a saúde mental e estabilização afetiva.

Bibliografia de Apoio:
PENNEBAKER, J. W. Writing to Heal: A Guided Journal for Recovering from Trauma and Emotional Upheaval. New Harbinger Publications, 2004.
ROGERS, N. A Conexão Criativa: Expressiva como Terapia. Gerando, 2002.

Um convite para você

E você, já experimentou tirar o que está no coração e colocar no papel? Não precisa ser perfeito, não precisa ser técnico — só precisa ser seu. Escrever pode ser o primeiro passo para você entender a sua própria história. Conte para mim nos comentários: o que você usa como "válvula de escape" para os seus sentimentos?

Relato original atualizado por: Elis Jurado

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Aqui começa

Um Diário Entre Linhas: Relatos de Humanidade e Vida Real

Aqui pretendo colocar um pouco de tudo. Mas não “tudo” no sentido raso da palavra. Tudo no sentido humano, confuso, contraditório e real.

Este espaço nasceu da necessidade de existir em palavras. De registrar sentimentos, histórias, silêncios, desejos e dores — do que vivi, do que ainda vivo, e também do que nunca vivi… e talvez nunca venha a viver.

Aqui haverá textos que são meus. E textos que não são — mas poderiam ser. Histórias contadas como se não fossem minhas, porque às vezes é mais fácil falar quando a dor usa outro nome.

"Este não é um blog para impressionar. Nem para ensinar verdades absolutas. É um lugar de desabafo. De compartilhamento. De conversa."

Posso escrever sobre sonhos e frustrações, sobre família, sobre ilusões que caíram e outras que ainda insisto em segurar. Posso falar de escolhas, de arrependimentos, de caminhos que não segui. Posso deixar aqui pensamentos soltos, desabafos crus, reflexões tardias e cartas que nunca serão enviadas.

Quero que este espaço seja vivo. Que as pessoas comentem, discordem, se identifiquem, conversem. Que daqui possam nascer trocas sinceras — e quem sabe até amizades. Porque dividir o que pesa sempre dói menos do que carregar sozinho.

Este será um diário entre linhas. Entre o que consigo dizer e o que só consigo sentir. Entre a força e o cansaço. Entre a lucidez e o caos. Aqui, nem tudo precisa fazer sentido. Nem tudo precisa ser bonito. Nem tudo precisa ter final feliz.

Aqui, eu posso simplesmente ser. E você também.


O que a ciência diz sobre o Pertencimento e a Escrita

O desejo de criar um espaço onde se pode "simplesly ser" e compartilhar dores está ligado a uma necessidade humana fundamental: o Pertencimento. Na psicologia social e humanista, a criação de comunidades (mesmo que digitais) para o compartilhamento de experiências reais fortalece a resiliência coletiva.

Estudos indicam que o suporte social percebido — saber que há pessoas que se identificam com nossa história — é um dos maiores preditores de bem-estar mental. Além disso, a proposta de falar da dor usando "outro nome" ou através de histórias de terceiros é uma técnica de distanciamento cognitivo, que facilita o processamento de traumas e emoções complexas sem sobrecarregar o indivíduo.

Bibliografia de Apoio:
ROGERS, C. R. Tornar-se Pessoa. Martins Fontes, 2009.
BAUMEISTER, R. F.; LEARY, M. R. The Need to Belong. Psychological Bulletin, 1995.

Seja bem-vindo(a) à conversa

Este espaço é tanto meu quanto seu. Sinta-se à vontade para deixar sua marca, seu comentário ou apenas seu silêncio respeitoso. O que você busca encontrar em um blog de desabafos e reflexões? Vamos construir essa conversa juntos.

Por: Elis Jurado

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