Relatos reais de Elis sobre a rotina com transtorno bipolar. Como estudante de psicologia, compartilho enfrentamentos, o uso de medicação, a importância da terapia e o que realmente ajuda na saúde mental. Aqui a vida acontece como ela é, narrada por quem sente e estuda a mente humana. Um espaço para trocar experiências, falar sobre fé, autocuidado e aprender juntos que ninguém precisa estar sozinho. Venha conversar, se identificar e encontrar esperança e acolhimento em nossa jornada.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Décimo Quinto Dia - Minhas músicas no iPod shuffle
É complicado
fazer isso. Primeiro porque não tenho um iPod (risos), ouço músicas
pelo celular e computador e algumas poucas vezes pelo rádio do carro.
A maioria das canções que ouço são espanholas, claro que a voz
de Rocio Jurado é a que mais toca no meu celular. No computador chego a ouvir
Rocio Durcal, Paula Fernandes, Rita Lee. No carro, adoro escutar Padre Zezinho.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
Décimo Terceiro Dia - Uma carta para alguém que me magoou
Era simplesmente
mais uma pessoa em minha vida. Já estava calejada demais para deixar alguém
entrar novamente em meu coração.
Mas os
meses se passaram e por cada ato, cada gesto, cada palavra e cada unidade,
acabei me rendendo, acreditando então que dessa vez seria diferente.
Pois é,
confesso que vivemos muitos momentos fantástico juntos. Foi maravilhoso mesmo.
No
entanto você começou a se afastar. Talvez não precisasse mais de mim. Não mais
era aquela pessoa frágil e machucada que conheci. Claro que já podia caminhar
sozinho.
E o
filme dos nossos momentos passavam constantemente em minha cabeça. Errei mais
uma vez, confiei e deixei alguém entrar na minha vida.
Decepcionei-me!
Claro
que ninguém é obrigado ser eterno na vida do outro, mas seria maravilhoso então
que não dissesse palavras eternas...
E a
cada dia te vejo mais distante, cada dia com uma desculpa, cada dia com um novo
compromisso.
E
quando a vida lhe traz lágrimas, você corre para o aconchego de quem nunca mentiu
que te adorava.
Sofri
muito sua ausência, agora já me acostumei a viver sem você. Fechei-me para o
mundo novamente e é assim que vai ser.
Você
fez muita falta, me deixou muito triste e decepcionada, mas consegui vencer e
estou bem, porém confesso que ainda tenho um carinho grande por ti e peço
sempre a Deus para que te guarde.
Mil
beijos.
Elis Ribeiro
Elis Ribeiro
sábado, 5 de maio de 2012
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