Relatos reais de Elis sobre a rotina com transtorno bipolar. Como estudante de psicologia, compartilho enfrentamentos, o uso de medicação, a importância da terapia e o que realmente ajuda na saúde mental. Aqui a vida acontece como ela é, narrada por quem sente e estuda a mente humana. Um espaço para trocar experiências, falar sobre fé, autocuidado e aprender juntos que ninguém precisa estar sozinho. Venha conversar, se identificar e encontrar esperança e acolhimento em nossa jornada.
sábado, 29 de setembro de 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
E só uma pergunta? O que me falta?
terça-feira, 25 de setembro de 2012
E eu choro...
Quando o Choro é o Único Desabafo
"Tem hora que bate uma tristeza tão grande, que não sei o que fazer e nem pra onde ir...
É tanta coisa que eu queria dizer, mas não tem ninguém pra ouvir...
Então eu choro sem ninguém ver.
Eu choro..."
(Fábio Júnior)
Às vezes, as palavras travam na garganta e a única saída que o corpo encontra é através das lágrimas. Chorar escondido, sem ninguém ver, é o refúgio de muitos que sentem que o mundo não está pronto para acolher a sua dor. É aquele momento em que a solidão aperta e a tristeza parece não ter fim nem lugar.
O que a ciência diz sobre o Choro e a Catarse
Na psicologia, o choro é visto como uma forma de catarse — uma liberação emocional necessária para o equilíbrio do organismo. Quando choramos, nosso corpo libera ocitocina e endorfinas, substâncias que ajudam a aliviar a dor física e emocional, promovendo uma sensação de relaxamento após o episódio.
Entretanto, o "chorar sem ninguém ver" aponta para a importância da validação emocional. O ser humano é um ser social e a sensação de não ter "ninguém para ouvir" pode aumentar a carga de estresse e a sensação de desamparo, comum em quadros depressivos ou fases de baixa do transtorno bipolar. Aprender que a tristeza não precisa ser escondida é um passo fundamental no processo de cura e busca por estabilidade.
Bibliografia de Apoio:
FREUD, S. Luto e Melancolia. Companhia das Letras, 2011 (original 1917).
VINGERHOETS, A. Why Only Humans Weep: Unraveling the Mysteries of Tears. Oxford University Press, 2013.
Um convite ao desabafo
Se você também já se sentiu assim, como na música, saiba que este blog é um espaço seguro. Você não precisa chorar sempre sozinho. Às vezes, escrever o que sentimos é uma forma de encontrar esse "alguém para ouvir" que tanto nos falta. Como você lida com os dias em que a tristeza bate sem aviso? Deixe seu comentário.
Relato original atualizado por: Elis Jurado
Tan Solo Una Mujer
fuerte como una roca,
con esta boca fresca
siempre tan dispuesta para sonreir.
Aquí donde me ves
desafiando al mundo,
segura como el vuelo
de una gaviota al crusar el mar.
Aquí donde me ves
luchando por la vida
con la fuerza de un trueno
soy solo una mujer.
Tan solo una mujer llena de dudas,
mas fragil que el aroma de una flor,
que en el amor se entrega con locura
buscando entre sus brazos el calor.
Que soy amante fiel cuando me aman,
que vuelo hasta su cielo si él me llama,
aqui donde me ves, aqui donde me ves,
soy una voz que busca otro mañana
y tengo el corazón de una mujer.
Aquí donde me ves
torrente de palabras,
puedo quedarme muda
frente a mi ventana, viendo amanecer.
Aquí donde me ves
segura de mis pasos,
soy una caracola
que al llegar la ola, se la lleva el mar.
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