A Arte como Respiro: Criar, Sentir e Evoluir
Além de fotografar, eu gosto de fazer algumas artes. Nada profissional, nada grandioso… só eu, minha intuição e o que vou descobrindo sozinha pelo caminho. E é engraçado como isso me faz bem.
Eu paro, mexo nas cores, nos detalhes, observo uma foto que tirei — como essa da exposição de flores — e sinto um pouquinho de paz. É um respiro necessário no meio da correria. Na psicologia, chamamos isso de Estado de Flow: aquele momento em que a gente se perde na atividade e o tempo parece parar, reduzindo o estresse e a ansiedade.
Minha verdade e o desejo de aprender
Eu queria me aperfeiçoar. Aprender de verdade, com técnica, com direção… E, no fundo, queria também conseguir ganhar um dinheirinho com isso, porque é algo que realmente me encanta. Mas a parte difícil é que eu não sei nem por onde começar.
Às vezes penso em parcerias, outras vezes fico imaginando quem se interessaria… e aí bate aquela insegurança: “Será que o que eu faço é bom o suficiente?”. Esse sentimento tem nome: Síndrome do Impostor. Ela tenta nos convencer de que não temos talento, quando na verdade o que nos falta é apenas tempo de prática.
O que tenho pensado
Talvez o começo não seja encontrar alguém… talvez seja me encontrar nesse processo. Permitir errar, testar e acreditar que toda habilidade nasce pequena. Não existe dom sem prática, e não existe evolução sem coragem de começar pequeno. Todo mundo começou de algum lugar.
Se você tiver uma dica, eu aceito de verdade. Seja parceria, caminho ou conselho. Às vezes um comentário guia mais do que um curso inteiro.
Conclusão
Olhei essa foto hoje e pensei: “É simples… mas é meu. Eu fiz. E posso fazer muito mais.” Quero evoluir, passo a passo, no meu ritmo — mas sem desistir daquilo que acende algo bonito dentro de mim.
Texto por: Elis Jurado