Relatos reais de Elis Jurado sobre a rotina com transtorno bipolar. Como estudante de psicologia, compartilho enfrentamentos, o uso de medicação, a importância da terapia e o que realmente ajuda na saúde mental. Aqui a vida acontece como ela é, narrada por quem sente e estuda a mente humana. Um espaço para trocar experiências, falar sobre fé, autocuidado e aprender juntos que ninguém precisa estar sozinho. Venha conversar, se identificar e encontrar esperança e acolhimento em nossa jornada.
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Também me sinto assim.
ResponderExcluirElis, linda!
ResponderExcluirAdoro vir aqui, me identifico muito com você. Já me senti assim também, mas depois fica tudo bem, vc é uma mulher vitoriosa. bjos
Erica
A vida é assim mesmo boa sorte
ResponderExcluirLinda, as vezes nem temos motivos nenhum. fico assim também beijos
ResponderExcluirEm algumas religiões se acredita que não somos deste mundo, então nunca estaremos totalmente confortáveis e felizes aqui. Sempre faltará algo, assim como quando viajamos para um lugar lindo, como uma praia, e depois de algum tempo sentimos saudade de casa. Acho que todos acabam se sentindo como você em algum momento da vida. Eu não tenho tantas certezas a respeito das coisas como a maioria das pessoas e particularmente acho a vida difícil, complicada e se tem um propósito está longe de estar claro. Mas ainda assim eu consigo me divertir, eu vivo para me divertir, quando consigo, no meio desse caos.Pois não sei o que acontecerá depois.
ResponderExcluirAcho que é isso mesmo Charles.
ResponderExcluirUltimamente venho vinendo um dia após o outro, sem nem mesmo saber no que quero acreditar. Na verdade, nem sei se acredito em algo.
Só sei que estou nesse mundo e tenho que viver. Me divertir?
Sim, luto para isso também, porém, nem mesmo nos momentos em que tenho "tudo", sinto me completa.
Existe um vazio, falta alguma coisa, mas não sei identificar o que.
Boa Noite!
Calma, vai passar...
ResponderExcluirOlhe, não fique assim não, vai passar. Eu sei que dói. É horrível. Eu sei que parece que você não vai agüentar, mas agüenta. Sei que parece que vai explodir, mas não explode. Sei que dá vontade de abrir um zíper nas costas e sair do corpo porque dentro da gente, nesse momento, não é um bom lugar para se estar. (Fernando Pessoa