Relatos reais de Elis Jurado sobre a rotina com transtorno bipolar. Como estudante de psicologia, compartilho enfrentamentos, o uso de medicação, a importância da terapia e o que realmente ajuda na saúde mental. Aqui a vida acontece como ela é, narrada por quem sente e estuda a mente humana. Um espaço para trocar experiências, falar sobre fé, autocuidado e aprender juntos que ninguém precisa estar sozinho. Venha conversar, se identificar e encontrar esperança e acolhimento em nossa jornada.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Saudades????
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Nunca mais...
quinta-feira, 21 de abril de 2011
CONCURSO COAB CAMPINAS 2011
PÁSCOA
Fonte Mensagens e Poemas: http://mensagensepoemas.uol.com.br/pascoa/significado-da-pascoa-4.html
quarta-feira, 20 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
"O momento mais forte do amor, é quando sabemos que ele precisa morrer, mas não temos força para matá-lo''?
💔 Você já precisou “matar” um amor?
Você já teve que matar um amor? Já precisou enterrar um sentimento que, por mais bonito que fosse, só te machucava? Essa frase me encontrou esses dias e desde então não saiu mais da minha cabeça.
Fiquei pensando em quantas vezes a gente insiste… mesmo quando já acabou. Mesmo quando já não volta. Mesmo quando tudo dentro de nós implora por descanso.
- Amores que não cabem mais na rotina.
- Amores que viraram lembrança, mas ainda doem como ferida aberta.
- Amores que precisamos deixar ir — mesmo sem querer.
Às vezes “matar” um amor não é crueldade. É só a coragem de não morrer junto com ele.
O que eu penso sobre isso?
Eu penso que deixar um amor ir embora é uma das escolhas mais dolorosas da vida… mas também uma das mais libertadoras. Não porque o sentimento acaba — ele raramente acaba — mas porque a gente finalmente decide parar de sofrer onde não há mais retorno.
“Matar” um amor, na verdade, é matar a esperança de que ele seja diferente. É abrir espaço para respirar de novo. É aceitar que o que foi bonito um dia não precisa ser condenado para sempre à dor.
Talvez a grande verdade seja essa:
- Às vezes perdemos alguém.
- Às vezes perdemos a versão de nós mesmos que amava esse alguém.
- E tudo isso faz parte do processo de seguir.
E você? O que pensa sobre isso? Já precisou abrir mão de um amor para se salvar?
Beijos. 💛
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