Relatos reais de Elis Jurado sobre a rotina com transtorno bipolar. Como estudante de psicologia, compartilho enfrentamentos, o uso de medicação, a importância da terapia e o que realmente ajuda na saúde mental. Aqui a vida acontece como ela é, narrada por quem sente e estuda a mente humana. Um espaço para trocar experiências, falar sobre fé, autocuidado e aprender juntos que ninguém precisa estar sozinho. Venha conversar, se identificar e encontrar esperança e acolhimento em nossa jornada.
domingo, 13 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Gracias Dios
Gracias Dios por darme vida
Por ser lo que soy
Por estar donde estoy
Por tener lo que tengo
Gracias por lo que me darás.
Gracias por mi familia
Que es lo más especial que me has dado
Gracias por mis estudios
Porque de ahí puedo sacar mis conocimientos
Gracias por mis conocimientos
Porque con ellos se que puedo lograr grandes cosas
Gracias por darme inteligencia
Porque con ella sabré a donde ir
Gracias por permitir cometer mis propios errores
Porque así me demostraré que soy capaz de superar grandes cosas.
Gracias por permitirme ocupar este espacio en este tiempo
Porque se que es lo que he elegido
Te pido que siempre me lleves contigo
Que siempre me des el don del Perdón
Y que siempre me des la virtud de Amar.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Ah! Coração!
Ainda hoje venho acumulando cascas de ferida do meu próprio ego. Assim pego tudo que no dia a dia eu me ensinei e jogo tudo fora.
Talvez faça assim por ainda acreditar no perfeito, mas o perfeito só existe quando é verdadeiro e tudo que vem acontecendo, quase tudo que venho vivendo atualmente não passa de meras falsidades...
Em meio aos sustos e voracidade da vida, essa ventania me leva qualquer coragem que ainda existe dentro de mim, e lá vai eu me decepcionar novamente.
Então tudo se repete...
Derrubada pela minha própria esperança, fica cada vez mais difícil levantar-me.
Fico boba com a minha fraqueza. Sou enganada, passada pra traz, deixada...
E quando me faltou a capacidade de ser eu mesma, e mostrar que eu também posso machucar ao invés de sempre sair machucada, acabei abraçando meu medo, meu silêncio, meu quarto e principalmente aquela minha tranqüilidade irritante...
Lamento-me!
Lamento pelo que não existe, pelo que poderia ter sido concretizado. Nasce o imenso desejo de maltratar, enganar, da mesma maneira que sou maltratada, enganada!
É a maldade dos outros que me causa uma inundação de angustia interna, deixando sem ar cada órgão que ainda vive dentro de mim.
Que maravilha se meu coração fosse de papel. Só assim poderia amassá-lo, rasgá-lo...
Odeio toda essa falta de oxigênio, essa falta novidade e principalmente essa falta de você. Engraçado como essa minha vidinha medíocre sempre faz o favor de lembrar que ainda falta algo, me fazendo acordar sempre olhando pro lado direito e vendo esse imenso vazio, que me faz gaguejar de saudade, que me faz acreditar que minha vida sempre vai ser esses três pontos no final de cada frase.
Confesso que essa semana já não começou bem, também não acabou bem. Bom, mas vou retirar as ultimas palavras, pois ainda tem mais dois dias para que termine essa semana, quem sabe alguma coisa mude.
Então hoje vou deixar meu celular ligado e a janela aberta, bem aberta...
Espero que um ladrão roube esse meu coração que não é de papel e ligue no outro dia, pois é necessário muito mais que uma bola de cristal para mostrar o que eu sinto, para desconectar todo esse meu imã de pessoas efusivas e que talvez não entendam essa minha necessidade, de querer ser feliz aos poucos, devagar.
Preciso muito mais que drogas para curar essa dor, pois amizades por conveniência e amores que acabam rápido é o que eu menos desejo no momento.
Ah, se meu coração fosse de papel.
segunda-feira, 7 de março de 2011
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